Reeditada «A Vida Escura» de Jenaro Marinhas del Valle

Sob o carimbo da Editora-AGAL na sua colecçom Criaçom

Quarta, 04 Março 2009 00:00

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PGL - Está já nas bancas a segunda ediçom do magistral livro de contos A Vida Escura, da autoria de Jenaro Marinhas del Valle, membro de honra da AGAL. A reediçom da obra coincidiu com o decorrer do Congresso Jenaro Marinhas del Valle, pois o texto editado em seu dia também pola AGAL estava desde há muito tempo esgotado.

O presente livro representa a melhor prosa galega dos anos 40 e 50 do século XX, período escuro em que foi escrito. Nestes textos Jenaro Marinhas apresenta-se como o que é, um dos grandes da nossa literatura e nele exprime-se a melhor tradiçom que informava o nacionalismo de pré-guerra e late nas concepções reintegracionistas. A leitora e o leitor vam desfrutar com uns textos em que as palavras têm sabores e sensações.

O livro conta com ilustrações originais de Carlos Quessada e, ao todo, som até 36 contos relatados com uma frescura e beleza que nom deixam ninguém impossível. De aqui a pouco a Editora AGAL informa que será editado um outro livro homenagem com os textos de Jenaro Marinhas publicados na Revista Agália e nos Congressos, bem como uma completa biografia, que inclui a entrevista publicada na Agália nº 18.

O autor

Jenaro Marinhas del Valle nasceu na Corunha o 25 de Novembro de 1908 e faleceu nessa mesma cidade o 23 de Dezembro de 1999. Desde mui novo contacta com a intelectualidade galeguista da sua cidade, aderindo ao galeguismo, é dizer em palavras suas ao nacionalismo integral. Desde mui cedo estivo ligado à Irmandade da Fala da Corunha da que o seu pai era sócio desde o primeiro dia. En1933 foi eleito Secretário Geral da Mocidade Galeguista.

Antes da guerra aparecem os seus primeiros contributos literários. O seu primeiro texto teatral desapareceu na destruiçom de obras e materiais da Editorial Nós de Ângelo Casal, levada a cabo polas hordas fascistas.

Toda a sua vida foi um compromisso cívico com as ideias que sempre defendeu a afirmaçom da unidade da língua galego-portuguesa elemento fulcral do seu ideário. En 1981 nasce a AGAL que o designou Membro de Honra, e da que foi activo colaborador.

 

 

 
A Vida Escura: Ilustraçom de Carlos Quessada