Já à venda Noente Paradise, de Ugia Pedreira

Este livro-CD é um dos primeiros da colecçom ATRAVÉS | DAS LETRAS

Quarta, 04 Agosto 2010 00:00

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PGL - Há pouco mais de umha semana foi apresentado oficialmente Noente Paradise, o primeiro poemário de Ugia Pedreira. A multifacetada artista dá o salto ao papel impresso, mas sem renunciar por inteiro ao seu meio natural: a música.

Este livro-CD é um dos primeiros da colecçom ATRAVÉS | DAS LETRAS. Quem procurar um poemário encontrará, se calhar, um livro de cançons. Se procurar cançons, é possível que se surpreenda ao ler um poemário ou um manual de baile, explica Martázul Busto, ao tempo que aclara que Noente Paradise é «um híbrido». Em sua opiniom, Ugia Pedreira «atirou ao público, desde antes dos remotos tempos de Chouteira, voz e olhadas, mesmo sinais. Agora atira-se ela sem mediaçom».

Pedreira é umha artista polifacética. Tem musicado espectáculos teatrais, dirigido centros de folque com nomes cambiantes (aCentral), gerido, produzido, ordenado, desenhado... Com Noente Paradise cobre um espaço ainda nom explorado, o do papel. A cantora resgata as retóricas que arrouparam músicas eclécticas, marfulianas, nordestinas ou matraqueiras e acrescenta-lhes cantigas ainda nom musicadas, isto é, poemas à procura de melodias, recolhidos no CD que acompanha o livro.

É Noente Paradise «umha viagem polos mares do norte desde a entranha. Noente está nas praias do interior, segundo se passa por Cuba e se volta, sempre, a Galiza, à repetiçom da quotidiania delirante», conta Martázul Busto. «O paraíso está no vaivém contínuo da palavra ao som e do som ao texto».

Numha recente entrevista, Pedreira explica que no novo título da ATRAVÉS | EDITORA há letras que compujo para grupos musicais e projetos como Nordestin@s, Marful, Descarga ao Vivo, GalegoZ, a Matraca Perversa... Segundo ela própria conta, «desde a adolescência fum escrevendo cançons ou poemas que fôrom tocados pola música». Perguntada acerca de se escrever poemas e cançons é o mesmo, a cantora reconhece que «interpreto e canto as minhas cançons-poemas. Como autora deles/as, é o espaço mais natural».

«Sabe a pau»

(Noente Paradise, ATRAVÉS | EDITORA, 2010)

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