Convocam manifestaçom nacional contra a desapariçom do galego

Contudo, o ridiculismo prepara-se para receber Galicia Bilingüe em Compostela
► Extremistas lingüísticos comparam normalizaçom do galego com o apoio do terrorismo

Sexta, 30 Janeiro 2009 11:23

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Dia 8 de Fevereiro às 12h na Alameda compostelana

PGL - Pessoas procedentes de diferentes colectivos convocárom no CMI-Galiza umha manifestaçom nacional contra a desapariçom do galego coincidindo com a vinda de Galicia Bilingüe a Compostela. Será no dia 8 de Fevereiro a partir das 12 horas à Alameda de Compostela.

O acto reivindicativo nasce após a assembleia nacional que convocou na semana passada o Foro da Mocidade de Vigo, que logrou juntar pessoas e colectivos de todo o país que trabalham em defesa do idioma.

Da organizaçom consideram que a perda de falantes entre a mocidade é alarmante e que o ensino cumpre um papel desgaleguizador, sobretudo polos incumprimentos sistemáticos da legislaçom. Um outro factor da perda de falantes do galego som os meios de comunicaçom e a cultura do ócio, pois mais do 90% dos meios, filmes ou video-jogos que se distribuem no nosso país só estám em castelhano.

Esta situaçom provoca que as geraçons mais novas sejam as primeiras na história da Galiza que nom tenhem como língua maioritária o galego, que «desaparece ante a passividade da administraçom e os ataques dos colectivos espanholistas».

Um dos lemas da manifestaçom é Vam-nos escuitar, e precisamente por isso convidam a assistir com todo tipo de instrumentos, sejam musicais ou simplesmente artefactos úteis para fazer ruído (buzinas, chifres, potas...).

Normalizaçom é terrorismo?

Por outa parte, a secçom galega da Asociación de Víctimas del Terrorismo (AVT) deu a sua bênçom à manifestaçom convocada por Galicia Bilingüe para o dia 8 em Compostela em defesa da primazia do castelhano. Mas a AVT foi mais longe ao vincular directamente os grupos defensores da normalizaçom do galego (que qualificam de «imposiçom») com o apoio e enaltecimento do terrorismo no País Basco.

Assim o fazem saber num comunicado que reproduzem no sítio web do colectivo ultradireitista cristão HazteOír, do qual reproduzimos o seguinte fragmento:

Lo que más preocupa a la Asociación de Víctimas del Terrorismo es "que esos grupos radicales y extremistas, esos nacionalistas extremos y excluyentes, defensores de la imposición lingüística y que quieren eliminar el castellano de nuestro entorno, son los mismos que organizan actos a favor de terroristas, son aquellos que tienen simpatías por grupos terroristas como el Ejercito Guerrillero del Pueblo Gallego, los mismos que dan gritos de apoyo a organizaciones mafiosas como ETA, y vitorean a organizaciones proetarras como SEGI y JARRAI, como sucedió el 12 de febrero del 2008 cuando se intento agredir a María San Gil en Santiago de Compostela". 

 

Cartaz da manifestaçom

 

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